A partir de hoje, as reuniões virtuais do quintal acontecerão em um novo endereço.Tomem nota: http://www.quintalvirtual.blog.br
Não deixe de nos fazer uma visita. A casa mudou para melhor!
Valeu Google!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008Novo endereço A partir de hoje, as reuniões virtuais do quintal acontecerão em um novo endereço.Tomem nota: http://www.quintalvirtual.blog.br Não deixe de nos fazer uma visita. A casa mudou para melhor! Valeu Google! quinta-feira, 9 de outubro de 2008Onde estão os artigos?
Se você é um leitor assíduo do Quintal Virtual pode estar se perguntando: Onde estão os artigos? O que aconteceu com o Rodrigo?
É claro que sua primeira opinião deverá ser que estou muito ocupado com coisas bem mais importantes do que escrever artigos. Ou que larguei o blog de mão, aliás o que deveria ter feito há muito tempo. Pois bem, muito pelo contrário! Essa oportunidade da Abril Blogs me deixou com a pulga atrás da orelha e resolvi radicalizar. De agora em diante os artigos ficarão em uma base e domínio próprios. Assim, além de ficar como todo o crédito do que escrevo (o mínimo que se espera), ainda terei total controle sobre a ferramenta do blog. Sem contar que não ficarei mais na dependência do Google. Assim, fiquei esses dias todos configurando o novo endereço e ferramenta. Deu trabalho, mas o resultado é animador. O Layout mudou pouco, mas a ferramenta é bem mais poderosa e as publicações ficarão bem melhores. Então... confiram o novo espaço, que por enquanto está no endereço provisório: http://www.pigsolucoes.com/quintalvirtual/. Assim que a LocaWeb resolverem terminar a configuração do Domínio e da Hospedagem, o endereço novo do Quintal será www.quintalvirtual.blog.br. Bonitinho, não? Enfim... não tive muitas opções. O .com.br tinha dono. Quando estiver tudo configurado, informarei!!! É o Quintal... o céu é o limite! rs Forte abraço a todos, segunda-feira, 6 de outubro de 2008Seja o seu próprio coach: Aprenda a fazer perguntas por Leila NavarroQuem me conhece um pouco, ou já leu meus livros, sabe que costumo fazer muitas perguntas. Em um desses livros, "A Vida Não Precisa Ser Tão Complicada" (Editora Gente), usei nada menos do que 156 pontos de interrogação. Sou, sim, uma declarada adepta das perguntas porque elas nos fazem pensar e contribuem para o nosso autodesenvolvimento. Aliás, segundo o biólogo e cientista chileno Humberto Maturana, duas coisas impulsionam o crescimento do ser humano: curiosidade e dor. E ambas geram perguntas. Para constatar como a curiosidade nos mobiliza desde cedo, basta observar uma criança: tudo ela quer ver, pegar, experimentar, saber o que é ou para que serve. Vê-se que uma criança é sadia quando é sapeca e curiosa. Mesmo no adulto, a curiosidade não deixa de existir, apenas se sofistica. Instiga-nos a aprender, entender a vida, decifrar o mundo. É um claro sinal de saúde também, de interesse, de vida, de movimento e desejo. Agora, a mesma curiosidade que nos impulsiona a conhecer o mundo deve nos estimular a conhecer a nós mesmos, e é aí que entram as perguntas. Sou da opinião que temos de nos observar constantemente, questionar o que estamos sentindo, o que queremos, o que não queremos, o que nos dá prazer, o que nos incomoda, o que podemos aprender com as situações da vida e por aí vai. Já a dor, entendida aqui como sinônimo de sofrimento, tem a função de despertar a nossa consciência para algo que precisamos mudar em nossa vida ou em nós mesmos. Para crescer com ela, temos que identificar suas causas, e isso se faz com perguntas também. Se algo a(o) incomoda, pergunte-se por que isso está acontecendo com você. Se um sentimento desagradável aperta seu coração, questione-se o que a(o) faz se sentir assim. Se está infeliz, pergunte-se o que lhe causa infelicidade. Acredito que as perguntas são essenciais para o nosso equilíbrio nessa vida louca que levamos hoje em dia. Se deixarmos, a correria cotidiana nos coloca no piloto automático e começamos a fazer coisas sem nem saber o porquê. Daí a importância de nos questionarmos constantemente – questionar para onde vamos, o que queremos, o que estamos fazendo conosco. O objetivo de fazer perguntas não é propriamente obter respostas, e sim voltar a atenção para nós mesmos. Vejo tanta gente buscar a ajuda de um coach para ajudá-las a restabelecer esse equilíbrio ou conquistar os objetivos que desejam... E qual é a base do trabalho desse profissional? Perguntas! Sendo assim, você pode considerar o hábito de questionar-se como um auto-coaching, que a(o) levará a refletir sobre os rumos que tem seguido até agora, o que está dando certo, o que não está dando e o que pode ser mudado. Aqui vão algumas sugestões de perguntas para fazer em todos os momentos da vida, todos os dias até. Elas poderão trazer grandes insights para sua vida profissional. # O que me deixa motivada(o)? # Sinto-me confortável onde estou? # O que me deixa satisfeita(o) atualmente? # O que me incomoda? # O que aconteceu com meus sonhos? # Como tenho resolvido meus problemas? # Qual é o meu problema? # O que precisa acontecer para as coisas ficarem como eu quero? # O que essa situação difícil pode me ensinar? # O que estou fazendo para crescer? # O que estou deixando de fazer para crescer? Fonte: Catho - Carreira e Sucesso [Leila Navarro é palestrante motivacional no Brasil e no exterior. É autora de cinco livros, todos pela Editora Gente. Venceu o "8º Prêmio Top Of Mind Fornecedores de RH" na categoria "Palestrante do Ano", em 2005] domingo, 5 de outubro de 2008Gente não como a gente - 1 A mulher que atinge 200 orgasmos por diaO barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina foto-copiadora - tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo. Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos. A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual. "As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me, mas o meu namorado se chateia, porque atinjo o orgasmo com facilidade" – conta Sara. Ela explica que a síndrome aumentou depois que ela completou 19 anos, logo após começar a tomar antidepressivos. "Depois de algumas semanas, passei a sentir cada vez mais excitação. Tudo começou na cama, e o meu namorado estranhou a quantidade de orgasmos que eu atingia durante o ato sexual."
Assinar:
Postagens (Atom)
|
Áreas de interesse
Sugestões |
| Não há restrição quanto ao uso e reprodução dos artigos aqui publicados, desde que as fontes e seus respectivos autores sejam preservados. | © Quintal Virtual - 2008 |